I. ENCONTROS PERSONALIZADOS DE PREPARAÇÃO PARA A VIDA MATRIMONIAL

Os nubentes deverão participar, com antecedência, dos Encontros Personalizados de Preparação para a Vida Matrimonial.
1. Convém que o noivo e a noiva participem juntos na paróquia de residência de um deles.
2. Em nossa paróquia, os noivos são acompanhados personalizadamente por um casal por 10 encontros, de 1h30 de duração cada, em dias distintos.
3. As inscrições são feitas antecipadamente na Secretaria Paroquial.
4. O primeiro Encontro acontece no 1o. Sábado de cada mês (março a outubro), 16h, na paróquia. O local, dia, horário dos demais encontros são combinados entre o casal catequista e de noivos.
4. O Certificado é conferido na conclusão do último encontro. Portanto, inscreva-se para os Encontros com mais de três meses de antecedência do matrimônio. Quanto antes, melhor.
5. Taxa para os Encontros: R$ 25,00 por pessoa.

II. PREPARAÇÃO – PROCESSO DE HABILITAÇÃO

1. Com antecedência mínima de pelo menos dois meses, os noivos deverão dar entrada, em sua paróquia (paróquia onde reside o noivo ou a noiva), ao Processo de Habilitação Matrimonial.
2. Deverão apresentar os seguintes documentos:
• Certidão de Batismo recente (seis meses);
• Certificado de participação nos “Encontros Personalizados de Preparação para a Vida Matrimonial”
• Comprovantes da 1ª Comunhão e da Crisma:
Os noivos que não receberam os sacramentos da iniciação cristã, Eucaristia e/ou Crisma, são convidados a uma conversa com o próprio pároco.
• Fotocópia da Carteira de Identidade
• Nomes completos das testemunhas (de duas testemunhas, todavia, apresentar os seguintes dados: nome completo, data de nascimento, naturalidade, estado civil, profissão e carteira de identidade)
3. Exame dos Noivos: O Pároco (ou o Vigário Paroquial ou o Diácono da Paróquia) tenha, obrigatoriamente, uma conversa com cada um dos nubentes separadamente, para comprar se estão livres de qualquer impedimento ou proibição canônica (CNBB – Legislação complementar ao Código de Direito Canônico – Cân. 1067). Seja este encontro um momento oportuno para a acolhida dos noivos e o entrosamento mais profundo na vida paroquial. Os noivos serão orientados, também, quanto à sua preparação espiritual para receber o Sacramento do Matrimônio e a preparação através do Sacramento da Reconciliação (confissão).
4. Proclamas: o com o objetivo principal de levar aos fieis o conhecimento do futuro matrimônio, façam-se os devidos proclamas. “Todos os fieis têm a obrigação de manifestar ao pároco ou ao Ordinário local, antes da celebração do matrimônio, os impedimentos de que tenham conhecimento” (Cân. 1069).

III. LOCAL DA CELEBRAÇÃO

A escolha do local para o Matrimônio, que será sempre numa igreja, fica a critério dos nubentes, em acordo com o oficiante.
Eis a orientação oficial sobre o local da celebração do Matrimônio:
Relembro aos párocos, às secretárias paroquiais e aos responsáveis pelos cursos de noivos o que já foi decidido nesta Arquidiocese, no tempo de meu antecessor, a respeito de casamentos fora de igrejas:
Para preservar o caráter religioso da celebração matrimonial, não se permite o matrimônio católico em clubes, bufês, salões, fazendas e similares. Tais pedidos não devem ser enviados ao Arcebispo Metropolitano, já que não serão feitas exceções.
Florianópolis, 28 de maio de 2002.
Dom Murilo S. R. Krieger, scj
Arcebispo de Florianópolis

Quando os nubentes desejarem casar em outra paróquia, seja remetido para esta todo o processo, que ali ficará arquivado.

IV. OFERTA POR OCASIÃO DA CELEBRAÇÃO DO CASAMENTO E OUTRAS TAXAS

Processo de Habilitação: R$ 50,00 (cinquenta reais)
Paróquia da Celebração: R$ 20,00 (vinte reais)
Ministro Assistente R$ 25,00 (vinte e cinco reais)
Taxa de uso da Igreja Paroquial Nossa Senhora da Glória R$ 350,00 (trezentos e cinquenta reais)

V. CELEBRAÇÃO DO MATRIMÔNIO (Orientações de nossa Paróquia)

A celebração do Matrimônio seja devidamente preparada pelo Ministro Assistente com os noivos e a equipe de celebração. Isso possibilitará a participação ativa, frutuosa e plena de todos na celebração do sacramento.

a) Silêncio: no recinto da igreja seja observado o devido respeito e silêncio como se deve na Casa de Deus. Evite-se, portanto, tudo o que possa levar à dispersão. Assim, antes, durante e depois da celebração não se pode esquecer de que a igreja é um lugar sagrado, casa de oração… Isto vale também para a sacristia e para as salas anexas à igreja.

b) Decoração: a ornamentação da igreja deve traduzir a alegria da festa celebrada. Todavia, é necessário cuidar para não incorrer em exageros e desvios. Há igrejas que por si só são belas e que a ornamentação poderá eliminar ou ocultar a beleza do ambiente celebrativo. Assim, a decoração deve fazer parte de um conjunto em que se deve inserir de forma harmoniosa, respeitando o estilo e o ambiente em que se enquadra. Por isso, de acordo com cada igreja e sob a anuência do Pároco, haja a devida orientação sobre a conveniência, o bom gosto e a simplicidade na decoração da igreja.

1) Quanto ao tempo litúrgico:
Particularmente no Advento e na Quaresma: admoestem-se os esposos que se abstenham de demasiada pompa. Particularmente, se o Matrimônio é celebrado em dia de caráter penitencial, principalmente no Tempo da Quaresma, o pároco previna os noivos para que tomem em consideração a natureza peculiar de tal dia.
2) Quanto ao espaço celebrativo: o espírito cristão da celebração pede sobriedade na ornamentação. Espera-se que haja nobreza, bom gosto e simplicidade na decoração da igreja. Os arranjos não dificultem a visão do altar, do ambão e não impeçam a movimentação dos ministros. Evite-se o exagero! As flores, as velas e as luzes devem colaborar para que a celebração seja de fato memória da Páscoa de Jesus. Os detalhes merecem cuidado especial, pois, nunca devem se sobrepor ao essencial. Os excessos desvalorizam os sinais principais. A sobriedade da decoração favorece a concentração no mistério.
• Assim, muito cuidado com a decoração do presbitério. As flores, por exemplo, não são mais importantes que o altar, o ambão e outros lugares simbólicos. Sobre o altar não se coloque nada!
• Quanto à nave da igreja (corredor central), cuide-se para que nada impeça a passagem (entrada e saída) para os bancos. Evite-se o uso de arcos ou colunas, com seus arranjos, luminárias e demais adornos que dificultam a movimentação e, sobretudo, a visibilidade.
• Onde for conveniente, pode-se usar a passadeira no corredor central. Evite-se, todavia, jogar pétalas de rosas ao longo do corredor ou à entrada da igreja.
• Preparem-se cadeiras para os noivos se sentarem, pois este é um gesto litúrgico e faz parte da celebração (durante a leitura, homilia, etc.).
• Pais e testemunhas (como também daminhas, etc.) fazem parte da Assembléia Litúrgica, devendo, portanto, ficar na nave da igreja (e não no presbitério).
3) Importante: É necessário que o cerimonialista e a empresa responsável pela decoração da igreja nada façam sem consultar, além destas normativas, as orientações da própria Paróquia, particularmente no que se refere aos horários para a decoração, locais apropriados para a ornamentação, e posterior retirada do material e limpeza do ambiente.

c) Horário: a pontualidade é expressão de respeito, boa educação, responsabilidade, seriedade e exercício de caridade. Assim, para que as celebrações sejam revestidas de respeito e dignidade, os ministros e os convidados participem com boa disposição e tranqüilidade, sem irritação ou nervosismo, seja sempre respeitado o horário da celebração.

d) Cinegrafistas e fotógrafos:

• É justo e louvável que os noivos registrem este momento tão marcante de suas vidas.
• É fundamental que os profissionais (fotógrafos, cinegrafistas, etc.) sejam, com antecedência, devidamente instruídos pelo Pároco e sua Equipe sobre como proceder no ambiente celebrativo, durante o rito do Matrimônio..
• A celebração litúrgica do Matrimônio é a atualização de um Mistério: a Páscoa de Jesus manifestada no Amor Conjugal. Considerar isso no Comportamento.
• Os fotógrafos e cinegrafistas tenham conhecimento da liturgia do Matrimônio, para exercerem da melhor maneira a sua função. Tenham presentes os momentos mais significativos e atuem com a devida discrição em seu trabalho, cuidando para não desviar a atenção da assembléia e, sobretudo, dos noivos. Saibam as possibilidades e os limites de sua atuação durante a celebração. Que a sua participação seja a mais discreta possível. Evite-se, portanto, deslocamentos desnecessários e freqüentes, interposições entre o ministro assistente e os noivos, bem como qualquer posição que constitua obstáculo à comunicação litúrgica.

e) Cerimonialistas: Se contratados, devem contatar a paróquia para apresentar as credenciais e receber instruções.

f) As Testemunhas: a forma ordinária (canônica e litúrgica) do matrimônio prevê a assistência de duas testemunhas. Tenha-se o cuidado para não escolher um número excessivo de testemunhas. Elas devem ser expressão da comunidade eclesial e ter a devida consciência do sentido do matrimônio.

g) Ministérios e funções litúrgicas: as pessoas que irão exercer funções na liturgia estejam devidamente preparadas.

h) Música e canto litúrgico na celebração do Matrimônio: o canto e a música são elementos indispensáveis em toda celebração litúrgica. Sejam evitados melodias e textos adaptados de canções populares, trilhas sonoras de filmes ou de novelas. O canto e a música devem expressar o mistério celebrado. Os textos dos cantos sejam inspirados na Sagrada Escritura e nas fontes litúrgicas. Cada canto ou música seja executado de acordo com sua função ministerial, ou seja, no momento ritual específico de cada celebração.

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