Pe. Dr. Tarcísio Pedro Vieira

  1. A) Pároco da Paróquia Nossa Senhora da Glória
  2. B) Vigário Judicial (Juiz Presidente do Tribunal Eclesiástico)
  3. C) Professor do Instituto Teológico de Santa Catarina
  4. D) Coordenador da Comissão Arquidiocesana de Liturgia
  5. E) Presidente da ASCUNSEG
  1. A) Pároco da Paróquia Nossa Senhora da Glória

Pe. Tarcísio Pedro Vieira foi nomeado, em 15 de dezembro de 2008, o 4º Pároco da Paróquia Nossa Senhora da Glória. Sua posse canônica aconteceu no dia 1º de fevereiro de 2009.

A Paróquia e a função do Pároco de acordo com o Direito Canônico.

PARÓQUIA:

Cân. 515         § 1. Paróquia é uma determinada comunidade de fiéis, constituída estavelmente na Igreja particular, e seu cuidado pastoral é confiado ao pároco como a seu pastor próprio, sob a autoridade do Bispo diocesano.

  • 2. Erigir, suprimir ou modificar as paróquias compete exclusivamente ao Bispo diocesano, o qual não erija, nem suprima paróquias, nem as modifique de modo notável, a não ser ouvindo o conselho presbiteral.
  • 3. A paróquia legitimamente erigida tem, ipso iure, personalidade jurídica.

PÁROCO:

Cân. 519         O pároco e o pastor próprio da paróquia a ele confiada; exerce o cuidado pastoral da comunidade que lhe foi entregue, sob a autoridade do bispo diocesano, em cujo ministério de Cristo é chamado a participar, a fim de exercer em favor dessa comunidade o múnus de ensinar santificar e governar, com a cooperação também de outros presbíteros ou diáconos e com a colaboração dos fiéis leigos, de acordo com o direito.

 

Provisão de Pároco – Pe. Tarcísio Pedro Vieira

  1. B) Vigário Judicial (Juiz Presidente do Tribunal Eclesiástico)

Tribunal Eclesiástico Regional de Florianópolis

Rua Deputado Antônio Edu Vieira, 1.524 – Pantanal

CEP 88040-001 – Florianópolis – Santa Catarina

Fone: (48) 3304.3690 (período vespertino)

Desde 2003, Pe. Tarcísio Pedro Vieira é o Vigário Judicial (Juiz Presidente) do Tribunal Eclesiástico Regional de Florianópolis.

A Função Judicial na Igreja: objeto e âmbito de atuação do Tribunal Eclesiástico

CÓDIGO DE DIREITO CANÔNICO

Cân. 1400       § 1. São objeto de juízo:

1° – direitos de pessoas físicas ou Jurídicas a serem defendidos ou reivindicados e fatos jurídicos a serem declarados;

2° – delitos, no que se refere à imposição ou declaração da Pena.

  • 2. Todavia, controvérsias originadas de atos do poder administrativo podem ser apresentadas somente ao Superior ou ao tribunal administrativo.

Cân. 1401       Pelo seu poder próprio e exclusivo, a Igreja conhece:

1° – das causas relativas às coisas espirituais e das causas com elas conexas;

2° – da violação das leis eclesiásticas e dos atos caracterizados como pecado, no que se refere à determinação da culpa e à imposição de penas eclesiásticas.

Cân. 1402       Todos os tribunais da Igreja se regem pelos cânones que seguem, salvas as normas dos Tribunais da Sé Apostólica.

Cân. 1403       § 1. As causas de canonização dos Servos de Deus regem-se por lei pontifícia especial.

  • 2. Além disso, a essas causas aplicam-se as prescrições deste Código, sempre que nessa lei se faz remissão ao direito universal ou se trata de normas que, pela própria natureza da coisa, afetam essas causas.

O Vigário Judicial de acordo com o Direito Canônico

Cân. 1420       § 1. Todo o Bispo diocesano deve constituir um Vigário judicial ou Oficial com poder ordinário de julgar, distinto do Vigário geral, a não ser que a pequena extensão da diocese ou a raridade das causas aconselhe outra coisa.

  • 2. O Vigário judicial constitui um único tribunal com o Bispo, mas não pode julgar as causas que o Bispo reserva para si.
  • 3. Podem ser dados ao Vigário judicial auxiliares com o nome de Vigários judiciais adjuntos ou Vice- oficiais.
  • 4. Tanto o Vigário judicial como os Vigários judiciais adjuntos devem ser sacerdotes de boa reputação, doutores, ou pelo menos licenciados em Direito Canônico, com idade não inferior a trinta anos.
  • 5. Durante a vacância da sé, eles não cessam do cargo nem podem ser destituídos pelo Administrador Diocesano, mas, com a vinda do novo Bispo, necessitam de confirmação

Provisão de Vigário Judicial – Pe. Dr. Tarcísio Pedro Vieira

  1. C) Professor do Instituto Teológico de Santa Catarina

INSTITUTO TEOLÓGICO DE SANTA CATARINA

Fundação Dom Jaime de Barros Câmara

Rua Deputado Antônio Edu Vieira, 1.524 – Pantanal

CEP 88040-001 – Florianópolis – Santa Catarina

Fone: (48) 3234.0400

Graduação: Pe. Tarcísio Pedro Vieira é Professor de Direito Canônico (I e II)

Pós-Graduação: Pe. Tarcísio Pedro Vieira já coordenou e foi professor das duas edições do Curso de Pós-Graduação Lato Sensu em Direito Matrimonial Canônico. Atualmente, é Coordenador e também professor do Curso de Pós-Graduação Lato Sensu em Espaço Celebrativo-Litúrgico e Arte Sacra.

Extensão: Pe. Tarcísio Pedro Vieira é professor de diversas disciplinas nos Cursos de Extensão oferecidos pelo ITESC ou realizados em parcerias com outras instituições (disciplinas na área da teologia litúrgica fundamental e teologia sistemática)

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  1. D) Coordenador da Comissão Arquidiocesana de Liturgia

Desde 22 de fevereiro de 2007, Pe. Tarcísio Pedro Vieira é o Coordenador Geral da Comissão Arquidiocesana de Liturgia, constituída pelas Comissões de Liturgia, Música e Canto Litúrgico e Arte Sacra.

Qual a missão da Comissão Arquidiocesana de Liturgia?

REGIMENTO DA COMISSÃO ARQUIDIOCESANA DE LITURGIA

Cláusula 1a – A Comissão Arquidiocesana de Liturgia, responsável pela Pastoral Litúrgica na Arquidiocese de Florianópolis, tem a missão de animar a vida litúrgica, levando em conta o contexto social, histórico, cultural e eclesial das comunidades, tendo em vista a participação ativa, frutuosa e consciente dos fiéis cristãos na celebração do Mistério Pascal de Cristo, para dela colherem os frutos espirituais.

Cláusula 2a – Cabe à Comissão Arquidiocesana de Liturgia, portanto:

  1. a) coordenar, observando as orientações e normativas eclesiais e sob a autoridade do Arcebispo Metropolitano, toda atividade litúrgica na Arquidiocese;
  2. b) planejar, animar, coordenar e avaliar a vida litúrgica da Arquidiocese;
  3. c) promover uma efetiva formação permanente de todos os fiéis, de modo sistemático, progressivo e orgânico, considerando os mais variados aspectos da vida litúrgica;
  4. d) ser um centro de estudo, animação e aperfeiçoamento litúrgico;
  5. e) participar das reuniões, encontros, seminários e outras atividades promovidas pela Pastoral Litúrgica Regional ou Nacional;
  6. f) através de Comissões especiais, dar as orientações e a devida formação nos diversos âmbitos da Pastoral Litúrgica, a saber: liturgia, música e canto litúrgico, arte sacra, coroinhas, ministros extraordinários da comunhão, ministros da palavra, ministros da acolhida e ministros do consolo e da esperança;
  7. g) elaborar subsídios, preparar e divulgar material formativo e informativo que sustente e dinamize a formação progressiva e permanente, que promova a participação litúrgica de todos os fiéis cristãos;
  8. h) organizar ou dar a devida assistência às celebrações litúrgicas realizadas em nível arquidiocesano.

Provisão de Coordenador Geral da Comissão Arquidiocesana de Liturgia

  1. E) Presidente da ASCUNSEG

Desde 09 de outubro de 2009, Pe. Tarcísio Pedro Vieira é o Presidente da Ação Social e Cultural Nossa Senhora da Glória.

Qual a natureza e finalidade da ASCUNSEG?

ESTATUTO

Artigo 1º –     A AÇÃO SOCIAL E CULTURAL NOSSA SENHORA DA GLÓRIA, doravante denominada ASCUNSEG, com sede à Rua Sérgio Gil, 792 – Balneário – Florianópolis – Santa Catarina, CEP 88075-340, fundada aos vinte e dois (22) dias do mês de outubro de mil novecentos e oitenta e cinco (1985) neste Estado, é uma Associação civil, de direito privado, de duração indeterminada, sem finalidade lucrativa.

  • 1º – A ASCUNSEG é uma Entidade de caráter filantrópico, educativo, esportivo, ambiental, cultural e de assistência social, visando à promoção humana, à defesa da vida, em todos os seus aspectos, e à caridade cristã.

Quais projetos desenvolve?

Atualmente, a ASCUNSEG desenvolve os seguintes projetos:

  1. Projeto Bem Viver (Projeto Social: Grupo de Convivência – Idosos)
  2. Projeto Sol Nascente (Projeto Social: Atividade Física – Idosos)
  3. Projeto Mãos Solidárias (Projeto Social: Geração de renda e qualificação para o trabalho)
  4. Projeto Vozes da Esperança (Projeto Sócio-Cultural: Coro Jovem)

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